terça-feira, 30 de dezembro de 2014

I am willing to

I'm in love with you," he said quietly.
"Augustus," I said.
"I am," he said. He was staring at me, and I could see the corners of his eyes crinkling. "I'm in love with you, and I'm not in the business of denying myself the simple pleasure of saying true things. I'm in love with you, and I know that love is just a shout into the void, and that oblivion is inevitable, and that we're all doomed and that there will come a day when all our labor has been returned to dust, and I know the sun will swallow the only earth we'll ever have, and I am in love with you. 
― John Green, The Fault in Our Stars

I am in love with you. And I'm not in the business of denying myself the simple pleasure of saying true things. Even if they can actually bring me some kind of pain someday. We learn from the experience... And I am willing to experience my love for you.

 

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Meu amor!

Deixa que o poder dos sentimentos opere em ti. Desliga-te de qualquer teoria e pré-concepção. Deixa a descoberto as tuas defesas. Sê como o pássaro que voa e dá a cada dia o seu tempo e valor. [“Não valeis pois vós que muitos passarinhos?”]. Salva-te, salva-te do medo de amar. E ama. Ama simplesmente. Se já amas de qualquer maneira e a negação não o altera, p’ra quê pensar? Pensar, pensar excessivamente no que poderá resultar. Sei que a experiência de viver modela e acautela qualquer Ser. Mas, meu amor, se vais sentir, sente-o sem medo de morrer. 
Há algo irremediável e desconhecido no que somos e em como nos vemos, em como nos relacionamos. É tudo tão simples, é tudo tão complexo. Mas existe qualquer coisa, uma luzinha de magia incompreensível que mexe com cada fibra do nosso corpo quando amamos. É um sentimento tão forte e poderoso que não dá para pôr de lado. Mesmo que, conscientemente, procuremos absorvê-lo e transformá-lo em razão, não conseguimos. Assusta sim; assusta não ter o controlo da sua influência; assusta que exista alguém capaz de entrar na tua vida, mexer com o teu humor, deixar-te a descoberto, conhecer aos poucos todas as tuas fraquezas e pontos fortes, assusta que um dia essa mesma pessoa decida que não era… Simplesmente. Mas se partirmos do princípio que todo esse medo ou receio tem mais peso do que os verdadeiros frutos de um sentimento tão nobre… Vamos perder muito de tudo aquilo que é maravilhoso e podemos sentir em vida: o ter alguém que nos compreenda, que nos complemente, que seja a outra peça ideal do puzzle, que tenha em mente os mesmos valores, os mesmos planos, mas que, ainda assim, mostre que há mais além do que pensas, do que já conheces e te ajude a alcançar todo o teu potencial. O ter alguém que te aceite, que te faça sentir especial. Que te ame. E, não menos importante do que tudo isso, o ter alguém a quem tu possas fazer o mesmo. Ser o motivo da felicidade de alguém não tem preço. Há sempre o outro lado da moeda, é verdade… E custa. Bastante. Mas o amor não faz sofrer. Sim a falta dele. Sem provar o amargo, nunca poderemos saber quão verdadeiramente doce é o doce. E, bem… 
Sei que a experiência de viver modela e acautela qualquer Ser. 
Mas, meu amor, se vais sentir, sente-o sem medo de morrer.

domingo, 3 de agosto de 2014

Everybody has it. The Light.

After all, she just wanted to be loved. To be missed. To make a difference. To feel she was someone worth fighting for. She wanted to know that her light was noticed. She wanted to write a big text about it, try to find the right words, the right images, the right songs. But she wouldn't be able to show how all of that things made her feel everyday. So... She just stopped trying to explain. And started trying to show her light. Softly but with strength. The light that many people may not notice (her lack of confidence speaking), but that she knows she has. 'Cause everybody has one. Some have it pure, evil or just lightened off. But they have it. And everyone can let it shine bright.
Believe. Let it be. And let yourself live.
 

quinta-feira, 12 de junho de 2014

Artist's magic

Ser artista é entrar numa outra dimensão. É vestir uma máscara que sempre foi a tua, sem deixares de te conectar a um outro alguém. A arte é conexão. A mais alta forma de descoberta. De ti e dos outros. Sair da zona de conforto que, afinal, sempre foi o nosso lar. A arte é verdade. Se não o for, não é arte. A arte é um descontrolo controlado. É controlares todo o teu descontrolo, dando-lhe vida própria. 

quinta-feira, 1 de maio de 2014

Bittersweet Symphony

Toda a nossa vida é uma Bittersweet Symphony. Todos somos os bons e os maus da fita da vida de alguém. Mesmo que não queiramos acreditar nisso. Partilhamos todo um espaço, toda uma existência. E procuramos ser aceites por alguém que não desista de nós. Que não se assuste.
Talvez um dia encontre alguém que consiga amar as minhas interminaveis fases estranhas de sofrimento, fraqueza, risos, felicidade, sonho e, entre todos os outros, viva bonitos momentos de silêncio, comigo, a olharmos o céu, aconchegados num banco de jardim, num campo verde, afastados dos julgamentos do mundo.
Talvez um dia.


terça-feira, 1 de abril de 2014

Where Did You Sleep Last Night (Nirvana version)

Do it again.
Play it again. Sing it again. Read it again. Write it again. Sketch it again. Rehearse it again. Run it again. Try it again.
Because again is practice, and practice is improvement, and improvement only leads to perfection. 
- Richelle E. Goodrich, Simle Anyway

Fá-lo de novo. Mais uma vez e outra. Sempre. O tempo vai passar, o desânimo vai aparecer, mas o amor vai vencer. Não importa o tempo que leve, as vezes que vais fazer, as que vai parecer não resultar. Amo isto. Não há forma de afastá-lo da minha vida. Quisesse ou não. E, claro, não quero. 

Adoro a versão dos Nirvana da Where Did You Sleep Last Night. É simplesmente fenomenal. Isso fez com que a escolhesse para fazer parte do repertório de uma atuação que fiz no sábado.Abaixo deixo o link. Vejam! :) 

Há algo que me transforma quando canto. É uma energia que me consome (positiviamente, claro), que me afaga, que, como magia, deixa tudo bem. É impossível alongar-me sobre tal explicação. Sou tão grata por poder fazê-lo para outras pessoas. Partilhar isto com quem me vê, com quem sente a música comigo. Obrigada por todo o apoio. A sério.


"WHERE DID YOU SLEEP LAST NIGHT" (NIRVANA VERSION)

P.S.: Aproveitarei para, nesta publicação, colocar os links dos vídeos de algumas das outras músicas que escolhemos para o repertório. Basta clicar nos nomes das músicas, abaixo: 

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Resultados

Ouço música e procuro verbalizar o que sinto. Esta procura e necessidade constante de escrever. Mantém-me viva, mantém-me lúcida e, ainda assim, alimenta os meus sonhos. O que não deixa de fazer sentido. O lúcido sabe que tem a capacidade de sonhar. E, com isso, a capacidade de realizar. Tal como a liberdade requer disciplina, o sonho requer lucidez. E vice-versa.
Cada um de nós tem uma história. E sim, agora poderia também afirmar que cada um de nós é uma história. Ou, talvez soe melhor, uma personagem. Uma personagem da nossa história e de tantas outras histórias de tantas outras pessoas. Personagens boas, personagens más, de histórias más e histórias boas. Costumam dizer que somos autores do nosso próprio livro. E somos, concordo plenamente. Mas eu acrescentaria algo mais: somos autores do nosso próprio livro, a partir de certo ponto. A partir do ponto em que percebemos que o contexto em que nos encontramos construiu, destruiu, colou, cortou, ensinou, completou, influenciou tudo o que somos até ao momento em que o nosso coração bate instantaneamente mais uma vez. E outra. E outra. Quer queiramos, quer não, cada um de nós é muito mais do que aquilo que guardou de cada episódio da sua vida. Somos o resultado de tantas daquelas histórias que, paralelamente à nossa, aconteceram no mundo à nossa volta. Não de todas, claro. Mas de muitas. Por isso é que damos por nós a nunca mais nos esquecermos de situações que nada têm a ver connosco. E aprendemos com elas. 
O que quero dizer, no final de contas, é que todos nós temos uma razão de ser quem somos e como somos. Uma ou várias que talvez a maioria desconheça. Mesmo que de forma inconsciente. Talvez se nos lembrássemos disto a cada dia, fôssemos capazes de não julgar quem quer que seja. 
E sim, ainda assim somos os responsáveis pelo nosso futuro. Teremos sempre esse poder de escolha. Principalmente a partir do momento em que percebemos que podemos afetar qualquer pessoa à nossa volta e que podemos também ser afetados, se não tomarmos cuidado e não pensarmos antes de agir. A partir do momento em que temos conhecimento de que cada ato tem uma repercussão mais complexa do que pensamos. Tudo é sempre um ponto de partida.

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Liberdade

Sempre pensei que ser livre fosse fazer as nossas escolhas, ter a coragem de avançar, de nos mantermos fiéis a nós próprios, de sentir o Sol na cara e viajar mais do que o mundo terreno e material nos permite. E é. Também é. Mas com o tempo, tenho visto que a liberdade é algo mais. Algo muito mais complexo do que correr contra o vento, abrir os braços e voar.
A liberdade é, além de tudo isto, saber disciplinarmo-nos.
 
 

sábado, 8 de fevereiro de 2014

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Another dimension.

Lend me your eyes, I can change what you see
But your soul you must keep totally free
Awake my Soul
I'm gonna take you for a ride on a Big Jet Plane
Gonna hold you, gonna kiss you in my arms
Gonna take you away from home

We'll feel that Fresh Feeling
And remember the Good Old Days
We'll make a story just for you and me

And realize that life goes fast, that it's hard to make the good things last
But we're never gonna quit it, no we're never quit it, no
List of songs:
 - Mumford & Sons, Awake My Soul
 - Angus & Julia Stone, Big Jet Plane
 - EELS, Fresh Feeling
 - EELS, Good Old Days
 - Atlas, Easy Driving
 - The Flamming Lips, Do You Realize?
 - The 1975, Chocolate



quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

S.ave O.ur S.ouls

A ouvir: Swim Deep, She Changes The Weather

O hábito faz esquecer. É por isso que é tão perigoso. Não o é apenas pelo tédio da nossa rotina ou pelo facto de nos diminuir, afastando de nós novas experiências e oportunidades. Todos nós somos memória., já escreveu Daniel Oliveira. O presente é construído consoante as memórias que temos do passado e o que sentimos em relação a elas. O futuro depende das nossas ações no presente. Passado, presente, futuro. Juntos, são toda uma vida. E, felizmente ou infelizmente, essa, só temos uma. 

Então, se todos nós somos memória, esquecer é um dos nossos maiores inimigos e o hábito o seu fiel cúmplice destruidor: se não nos habituássemos a utilizar tantas siglas, por exemplo, talvez nos lembrássemos ou conhecêssemos mais frequentemente os seus significados e percebêssemos que tudo pode ter uma razão de ser mais especial do que parece: S.O.S é mais do que um pedido de ajuda. S.O.S significa Save Our Souls (Salvem as Nossas Almas). S.O.S é, para mim, um pedido de ajuda que deveríamos fazer tantas vezes, principalmente a nós próprios, até mesmo em silêncio. S.O.S. S.O.S. Vou, definitivamente, passar a usar isto mais vezes. Ups! Save Our Souls. Save Our Souls. Agora, sim. Agora, não esquecerei que sou uma alma que precisa de ser salva. Agora, lembrar-me-ei que tenho valor. Lembrar-me-ei que o hábito faz esquecer e que o esquecimento destrói, porque todos nós somos memória. Até mesmo aquela que se esconde nos recônditos do que vivemos. 

[ - S.O.S! - gritou.
Já tinha ouvido aquela sigla muitas vezes, 
antes de pensar no que quereria dizer mas, 
naquele dia, o meu coração disparou. 
Save Our Souls, pensei. Save Our Souls.
E corri para quem gritava. ]

Acerca de mim

A minha foto
Música. Família. Amor. Amizade. Escrita. A procura por mim mesma. Vida. E é a isto que se resume. Sintam-se à vontade por aqui & enjoy. :)

AUTÊNTICO

AUTÊNTICO
"To avoid criticism say nothing, do nothing, be nothing" ;-)

Em destaque

Meu amor!

Deixa que o poder dos sentimentos opere em ti. Desliga-te de qualquer teoria e pré-concepção. Deixa a descoberto as tuas defesas. Sê como o...

Followers

Visitas

AUTÊNTICO (C) Verónica Silva. Com tecnologia do Blogger.